sábado, 9 de janeiro de 2010

Mãe natureza rechaça agressões


As agressões impostas ao meio ambiente pelo homem contemporâneo, ávido de sucesso a qualquer preço e sem remorso ou com aparente lamentação, quando posta-se, diante do registro de vidas ceifadas e patrimônios destruídos, num drama de lágrimas que se misturam à força das águas, as quais revidam o desrespeito causador do desequilíbrio ambiental, neste momento de dor e sofrimento vivido por nossos irmãos do Sul e Sudeste brasileiro.

O desequilíbrio não é somente do ambiente físico, como muito mais da irresponsabilidade do poder público, minado e contaminado pelo desbrio de corruptos, tolerados e até “desagravados” nas urnas eleitorais, após renunciarem mandatos eletivos para não serem cassados. Voltam, porém, ao poder, agraciados pela inconsciência política da maioria de cidadãos desta Nação, envolvendo - sem exceção - a totalidade de suas regiões geográficas.

A idéia-força dessa gente, é a ganância ilimitada em busca de respaldo financeiro, com o qual pode financiar eleições e ser compensada com as facilidades para o enriquecimento ilícito, pouco importando – entre outros males – que as grandes fábricas despejem resíduos poluentes, tanto nos rios Parnaíba em Teresina, como no Tietê em São Paulo, dando-se apenas um exemplo de Brasil, porque a nível internacional, observa-se a frieza dos Estados Unidos quando se questiona combate ao problema, já que o capitalismo selvagem é igual em todas as partes do mundo, cuja palavra de ordem é acumular dinheiro e prestígio, usando as catástrofes como retórica para seus discursos, como aconteceu recentemente na Dinamarca.

Inexplicavelmente, culpa-se pessoas humildes pelo fato de ocuparem áreas de risco. Estes, se assim o fazem, é porque não têm onde morar. Competiria ao governo proibir as investidas e simultaneamente facilitar suas permanências em lugar seguro. A alegação é de que não existe recursos para tal. Seria melhor deixar transparente os desvios do erário público praticados pela máfia da corrupção, impune e insaciável. Esta, quando não mais tem onde guardar dinheiro, ocupa as meias e cuecas.

Em boa hora, embora tarde do que nunca, o Governo Federal está se voltando nos últimos dias, para fazer valer a Lei que obriga cidades a partir de vinte mil habitantes a executar um Plano Diretor em caráter obrigatório, ao tempo em que ameaça corte de verbas em caso de desobediência. A medida merece aplausos, porque somente assim, desaparecerão loteamentos clandestinos em áreas urbanas, sem delineamento demarcatório, além de exigências outras, num verdadeiro acinte à administração pública municipal, notadamente quando fecham becos e avançam terrenos de ruas e avenidas.

Quando o gestor público adota o procedimento correto, como fez o ex-prefeito Antonio Machado Melo, quando desapropriou áreas particulares que impediam o crescimento da zona leste de Batalha, recebeu críticas de uma minoria, sob a alegação de que se tratava de uma medida política partidária. Não importa, porque não existe unanimidade quando se trata de atos de tal natureza. O importante é que antes de tudo foi um ato legal, como legal foi ainda o posicionamento do também falecido ex-prefeito Raimundo Marques na cidade de Luzilândia.

As incorreções urbanas por falta de planejamento contribuem de forma negativa para os desastres ecológicos.

1 comentários:

erica♥ on sábado, janeiro 09, 2010 disse...

[b]adorei essa materia!pq mostra para todos q a naturesa tem sim importancia!e é valiosa!

 

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