25 de agosto de 2017

Vereadora acusa Carlos Magno de irregularidades em Lagoa Alegre

A vereadora Lucinete Oliveira utilizou sua página no Facebook para fazer uma série de denúncias contra o prefeito de Lagoa Alegre, Calos Magno. As postagens foram feitas na terça (22), quarta (23) e nesta última quinta-feira (24).

Segundo a vereadora, a assistente social Andreza da Cunha e Silva Leite foi contratada pela prefeitura de Lagoa Alegre com salário de R$ 1.500,00 e ratificação de R$ 400,00, no entanto, a mesma também é funcionária da prefeitura de Lagoa do São Francisco, com carga horária de 40 horas.

“Vejamos como está a farra de cargos no município de Lagoa Alegre. Andreza da Cunha e Silva Leite é funcionária do Município de Lagoa do São Francisco. A carga horária dela lá é de 40 horas, e no Município de Lagoa Alegre é nomeada ao Cargo de Assistente Social ganhando R$ 1.500,00 e mais uma gratificação de R$ 400,00. Só no papel, a mesma não vem trabalhar… cadê prefeito, está correto pagar sem trabalhar?”, indagou a vereadora.

Em outra postagem, a parlamentar afirma que em uma escola onde consta ter sido reformada, as paredes estão prestes a cair: “Estivemos na escola localizada na Nova Vista Lagoa Alegre. Consta também que foi feito reforma lá. Mais uma mentira, está aí as paredes prestes a caírem em cima dos funcionários, todas muita rachadas. Mas a nota está aí. Cadê prefeito, o dinheiro desta reforma, foi para onde? Os seletistas nunca receberam dinheiro referente a julho”, denunciou.

Já nesta quinta-feira (24), a vereador informou que o ônibus que transporta pacientes para fazer tratamento em Teresina suspendeu os serviços por falta de pagamento.

“Já entrou nas contas do Município de Lagoa Alegre até a presente data o valor R$ 863.457,00, ou seja, mais de 800 mil. Mas a Empresa responsável para transportar paciente doente para Teresina levou o ônibus hoje deixando todos os pacientes em praça pública por que o prefeito não pagou, está atrasado”, afirmou.

Outro lado

Procurado na tarde desta quinta-feira (24) pelo GP1, o prefeito Carlos Magno não foi localizado para comentar as denúncias.


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