17 de outubro de 2017

Vereador nega que queira reduzir salário de vice e aumentar em 18 mil de prefeito

Nesta segunda-feira, teve grande repercussão a matéria do Folha de Batalha com o título “Vereador propõe reduzir salário do novo vice-prefeito”. A suposta proposta teria partido do vice-presidente da Câmara, Augusto César (primo do prefeito), que defende um menor salário para o cargo de vice-prefeito, mas ao mesmo é defensor de reajuste no salário de prefeito a ser pago a partir do ano que vem, quando iniciará um novo mandato. A informação nos foi repassada pelo Vereador Guilherme Machado (PSB).

Vereador Augusto César (PP)
Em contato com a redação, o vereador do PP rechaçou a informação dada por Guilherme Machado, de que tenha tratado de redução de salário de vice-prefeito durante a sessão plenária naquela Casa Legislativa. “Minha manifestação na câmara, na sessão de sexta-feira (14), tá gravada e não consta nada disso, procure se informar melhor e, se possível divulgue o que realmente consta no meu pronunciamento”, se defende o parlamentar.

Realmente o vice-presidente Augusto César tem razão, o tema não foi tratado durante a plenária. Porém em reunião informal para alinhar assuntos da sessão plenária, o nobre vereador não só teria sugerido redução do salário do vice-prefeito como também reajuste salarial do prefeito.

Antes mesmo da sessão acabar, a notícia já havia corrido feito rastro de pólvora! Um vereador ligado ao grupo de César se encarregou dar a notícia em primeira mão, pegou o celular ligou para um amigo do vice-prefeito e contou a novidade.

A proposta é reduzir cerca de 40% nos vencimentos do cargo de vice-prefeito e incorporar este desconto ao salário de prefeito, além da manutenção dos subsídios dos parlamentares e secretários municipais.

De R$ 14 mil o prefeito passaria a ganhar cerca de 18 mil e o vice-prefeito que atualmente é de R$ 10 mil, ficaria em torno de R$ 6 mil.

Segundo o jornalista Paulo Fontenele, do Portal AZ, o prefeito João Messias se manifestou contrário ao projeto informando que partiu da própria Mesa Diretora da Câmara.

A matéria segue para a análise das comissões e depois vai para plenário, que deverá ser votado na próxima sexta-feira, dia 21 de outubro de 2016.

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